Acontece comigo, acontece com você?
By Jessieli Lievore
Histórias reais e conversas corajosas sobre o que vivemos e raramente dizemos em voz alta. Reflexões sobre desenvolvimento humano, consciência, presença, relações respeitosas e ética no cotidiano. Sou Jessieli, advogada, especialista em Compliance e Gestão de Riscos, mãe atípica e mentora de mulheres. Compartilho experiências sobre fé, maternidade, adoção, educação positiva, liderança feminina e enfrentamento ao assédio. Temas que atravessam quem busca viver com autenticidade, propósito e integridade. 🌸 Acompanhe o projeto e envie sua mensagem: https://linktr.ee/acontececomigo

O Acontece faz 1 ano, e o convite é para você olhar para si. 🌷 Vamos celebrar esse primeiro aniversário com uma experiência de autoconhecimento para reconhecer nossas forças e compreender como elas podem favorecer ou dificultar as escolhas que fazemos. 🗓 29/10, às 20h 💻 On-line e gratuito No vídeo, mencionei um grupo, mas optei por um canal no WhatsApp para preservar a privacidade dos números de telefone de todos. Para participar, siga o canal do WhatsApp e ative as notificações para receber as orientações e o acesso ao encontro. https://whatsapp.com/channel/0029VbDdoWQLtOjCG1KO8y3N Espero você! 🤍

O Acontece é um projeto de conversas, formações e experiências que nasce do encontro entre técnica, consciência e humanidade. Um espaço de sustentação onde a vida real encontra linguagem e aquilo que vivemos pode ganhar voz, elaboração e perspectiva. Ele assume diferentes formas: está no podcast, nas reflexões que compartilho, nas mentorias, palestras, formações e experiências. A matriz é a mesma: olhar para o cotidiano com mais consciência, presença, respeito e ética, construindo pontes entre aquilo que vivemos individualmente e o que também diz respeito ao coletivo. Acontece comigo, acontece com você? Reflexões sobre desenvolvimento humano, consciência, presença, relações respeitosas e ética no cotidiano.

Há discursos que se apresentam como inclusão, mas que, na prática, excluem. Há causas que, ao serem defendidas sem respeito, acabam negando aquilo que dizem proteger. Este episódio nasce de um incômodo. De um momento que me atravessou e me exigiu escolher não responder no impulso, mas refletir sobre qual seria o caminho mais coerente. Porque, em tempos de posicionamentos tão rápidos, talvez o maior desafio seja esse: não perder de vista o outro no meio da própria convicção. Aqui, eu proponho uma reflexão para todos nós. Para quem defende causas, para quem discorda delas. Para quem se cala ou se posiciona. Sem ataque. Sem caricatura. Sem simplificação. Neste episódio, eu falo sobre o risco de uma inclusão que exclui. Sobre o lugar do respeito como fundamento de qualquer causa. Sobre coerência. Sobre fé vivida com verdade, e não como instrumento de julgamento. Talvez, no fundo, essa não seja uma conversa sobre um tema específico, mas sobre a forma como temos nos relacionado uns com os outros. Porque sem respeito, nenhuma causa se sustenta. E quando a inclusão exclui, o mundo não se expande. Ele se fragmenta. Que essa escuta seja um convite. À reflexão. À responsabilidade. E a uma escolha mais consciente de como queremos ocupar o nosso lugar no mundo. — 🎧 Ouça também a música “Quando o ar volta aos pulmões”, disponível nas plataformas: https://open.spotify.com/album/20LwKfrcd6dj8vN5g5zPBs?si=VPrAodlpT4Co4QAzc4YpxA

A partir do episódio "A Terceira Ofélia: Quando o ar volta aos pulmões", do podcast "Acontece comigo, acontece com você?", algo continuou reverberando. E, aos poucos, foi ganhando forma. É a tradução, em canção, de uma travessia interna. Daquelas que acontecem antes do visível, enquanto ainda se aprende a respirar de novo. Passa por dor, ajuda, escolha e protagonismo. Por aceitar mãos estendidas, sem perder a própria direção. E por reconhecer que não é preciso sangrar para ter valor, nem vencer sozinho para merecer. Até chegar nesse instante, em que, depois de tudo, o ar volta aos pulmões. Ouça a música na íntegra: https://open.spotify.com/album/20LwKfrcd6dj8vN5g5zPBs?si=VPrAodlpT4Co4QAzc4YpxA

Sobre violência, neutralidade e a covardia do meio-termo. Há situações em que não existe meio-termo. A violência é uma delas. Quando o silêncio parece prudente, mas desloca responsabilidades, o que ele sustenta? Este é um convite à reflexão. À coragem possível. Aos pequenos gestos de posicionamento que criam lugares de sustentação e podem romper ciclos. Eu sou Jessi Lievore. Esse desconforto com a imparcialidade ilusória e nociva acontece comigo, acontece com você?

Ofélia voltou a circular. Em músicas, vídeos, conversas, esse nome tem causado inquietação. Mas entre a Ofélia que sucumbe e a personagem que é salva, surgem questões que me pedem um olhar, e um ouvido, mais atentos. Neste episódio, parto da personagem de “Hamlet” e da releitura contemporânea de Taylor Swift para investigar uma pergunta simples, mas incômoda: ser salva é o mesmo que ser livre? Sem romantizar o sofrimento e sem negar a importância do resgate, esta conversa propõe outra possibilidade. Uma travessia silenciosa. A partir do momento em que o ar volta aos pulmões. Talvez você reconheça algo aqui. Porque é aqui que nasce a terceira Ofélia.

O fim de um ano não é apenas um encerramento. É uma travessia. Neste bilhete de Ano Novo, eu compartilho uma reflexão sobre presença, constância, fé e vínculos, longe das promessas grandiosas e perto daquilo que realmente sustenta a vida no cotidiano. Num tempo tão rápido, tão virtual e tão exigente, o gesto mais revolucionário para um novo ano pode ser outro: reconectar. Com a gente. Com os outros. Com aquilo que importa.

Este não é um episódio comum. É um bilhete de voz. Uma mensagem de Natal para quem viveu um ano real e sente que algumas coisas pedem acolhimento, outras pedem celebração, e muitas pedem transformação. Um convite a olhar para dentro, reconhecer o que mudou e permitir que o Natal aconteça de um jeito íntimo e verdadeiro. O Natal fala de um Deus que chega pequeno, no meio da vida como ela é. Um Deus que não espera cenários perfeitos, mas se revela no improviso, na imperfeição e na coragem de fazer do possível a melhor alternativa. Que este bilhete seja presença. E que o renascimento encontre espaço em nós. O Natal acontece comigo. Acontece com você?

Inspirada em um trecho de "A Rainha Branca", de Philippa Gregory, reflito sobre o preço de transitar entre mundos opostos e sobre a metáfora de Melusina, a mulher-peixe que mergulhava uma vez por mês para reencontrar sua natureza. É um convite para desacelerar, respirar e voltar ao próprio centro. Porque pausar não é fracassar. Pausar é preservar. Essa urgência de pausa acontece comigo. Acontece com você? Me conta!

Antes de gravar este episódio, eu quase desisti. A voz que me acompanha desde a infância dizia que eu não era suficiente. Hoje, decidi falar sobre ela. Sobre o medo, sobre as travas, sobre as pequenas vitórias que me ensinaram a seguir apesar de tudo. Se a síndrome da impostora também te visita, talvez você se reconheça aqui. Acontece comigo, acontece com você? PS: Em um trecho, eu menciono o Sou Segura Summit como se tivesse acontecido em 2022, mas foi em 2023. A emoção me traiu - acontece comigo… acontece com você também?

Este projeto nasceu em um tempo desafiador, e talvez por isso ele seja tão cheio de significado. Falar sobre o que sinto, dar forma ao que me atravessa, tem me ajudado a ressignificar o momento que estou vivendo. E talvez possa tocar o seu também. “Acontece comigo, acontece com você?” é um espaço para falar sobre a vida pessoal e profissional, e tudo o que pulsa entre elas. É sobre as vulnerabilidades e as forças que nos conectam. Vem ouvir e sentir junto!